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Aivres apresenta na NVIDIA GTC 2026 nova geração de Liquid Cooling para AI Factories

Parceira da Aivres/Kaytus no Brasil e na América Latina, a PerfilGlobal aproxima do mercado regional novas arquiteturas para IA e HPC que integram servidores GPU, networking de alta performance e refrigeração líquida.

Por PerfilGlobal, Farroupilha/RS · 31 de agosto de 2026

Liquid Cooling ganha protagonismo na nova geração de AI Factories

A evolução acelerada da Inteligência Artificial está provocando uma transformação que vai muito além das GPUs. À medida que servidores destinados ao treinamento e à inferência de grandes modelos concentram cada vez mais capacidade computacional, cresce também a quantidade de energia consumida e de calor produzido dentro de cada rack.

Esse foi um dos temas apresentados pela Aivres durante a NVIDIA GTC 2026, realizada em março, em San Jose, nos Estados Unidos. Diamond Sponsor do evento, a fabricante apresentou soluções de infraestrutura para AI Factories e dedicou uma sessão técnica ao tema “Innovating Liquid Cooling Solutions for New Generation AI Data Centers".

A apresentação pode ser assistida na íntegra no NVIDIA GTC On-Demand.

Para o mercado brasileiro e latino-americano, essa evolução também está relacionada à atuação da PerfilGlobal em parceria com a Aivres/Kaytus, aproximando empresas, universidades, centros de pesquisa e instituições públicas de novas arquiteturas destinadas a projetos de Inteligência Artificial e High Performance Computing (HPC).

A parceria amplia o acesso a um portfólio que não se limita aos servidores GPU. Envolve arquiteturas de computação de alta densidade, networking, storage e soluções de refrigeração líquida necessárias para suportar a nova geração de AI Factories.

Liquid Cooling deixa de ser apenas refrigeração

Um dos principais pontos apresentados na GTC 2026 é uma mudança na própria maneira de projetar data centers para IA.

Em ambientes tradicionais, servidores, energia e climatização podiam ser dimensionados como camadas relativamente independentes. O aumento da densidade computacional modifica essa lógica.

Em servidores de alta performance, cold plates passam a ser instalados diretamente sobre componentes que concentram maior geração de calor, como GPUs, CPUs e NVSwitches. O líquido circula por essas estruturas, retirando calor diretamente dos componentes.

A arquitetura continua por meio de manifolds, conexões de engate rápido, tubulações e CDUs (Coolant Distribution Units), responsáveis pelo controle do circuito entre os equipamentos computacionais e a infraestrutura térmica do data center.

A própria Aivres define sua estratégia como uma abordagem end-to-end para data centers refrigerados a líquido, envolvendo projeto, integração e implantação.

→ Conheça a arquitetura de Liquid Cooling da Aivres

É justamente essa visão integrada que também orienta a atuação da PerfilGlobal com a Aivres/Kaytus em projetos de infraestrutura para IA e HPC: analisar conjuntamente computação, networking, storage, energia e refrigeração de acordo com a dimensão e o workload de cada ambiente.

Uma infraestrutura que acompanha o tamanho da AI Factory

Nem todo projeto de IA precisa começar com dezenas de racks.

Por isso, outro aspecto abordado pela Aivres é a possibilidade de adaptar a arquitetura de refrigeração à escala da instalação.

Em determinados ambientes, a CDU pode ser instalada dentro do próprio rack, criando uma configuração in-rack. À medida que a infraestrutura cresce, é possível utilizar CDUs in-row, compartilhando capacidade de refrigeração entre diferentes racks.

Essa modularidade permite estruturar projetos que podem evoluir de ambientes menores para clusters de grande escala.

A abordagem é particularmente relevante para projetos desenvolvidos pela PerfilGlobal em conjunto com a Aivres/Kaytus, porque permite dimensionar a infraestrutura a partir da demanda atual sem perder de vista possíveis necessidades futuras de expansão.

Alta disponibilidade também passa pela refrigeração

Quando dezenas de GPUs operam continuamente dentro de um rack, o circuito de refrigeração passa a fazer parte da disponibilidade do ambiente computacional.

Por isso, conceitos tradicionalmente associados à energia e ao networking também começam a aparecer na infraestrutura térmica.

A arquitetura apresentada pela Aivres contempla possibilidades de redundância N+1 e 2N, circuitos secundários redundantes, válvulas para isolamento de partes da instalação e mecanismos de detecção de vazamentos.

O gerenciamento pode ainda acompanhar parâmetros como temperatura, pressão, fluxo do líquido e comportamento térmico dos equipamentos.

Isso significa que o cooling deixa de funcionar apenas como uma instalação passiva do prédio e passa a fazer parte da infraestrutura monitorada da AI Factory.

Blackwell Ultra mostra por que a infraestrutura precisa mudar

A dimensão desse desafio aparece com mais clareza quando observamos a capacidade computacional das novas plataformas.

Entre as soluções apresentadas pela Aivres está o KR5288, servidor 5U desenvolvido para a plataforma NVIDIA HGX B300, com oito GPUs NVIDIA Blackwell Ultra.

O equipamento utiliza refrigeração direct-to-chip em CPU, GPU e NVSwitch. Segundo a documentação oficial da Aivres, mais de 80% da refrigeração do servidor pode ser realizada por liquid cooling.

O sistema foi desenvolvido para cargas como treinamento de Large Language Models (LLMs), inferência multimodal e aplicações de Inteligência Artificial que demandam elevada densidade computacional.

→ Conheça o Aivres KR5288 com NVIDIA HGX B300

Para organizações brasileiras que estudam a implantação desse tipo de infraestrutura, a parceria entre PerfilGlobal e Aivres/Kaytus cria acesso não apenas ao equipamento, mas à discussão sobre as demais camadas necessárias para colocá-lo em operação.

De oito GPUs a 72 Blackwell Ultra em um único rack

Quando a arquitetura deixa de ser analisada no nível do servidor e passa para o rack completo, a escala muda novamente.

Entre as soluções baseadas em NVIDIA Blackwell Ultra, a Aivres possui o KRS8500, desenvolvido sobre a arquitetura NVIDIA GB300 NVL72.

O sistema integra 72 GPUs NVIDIA Blackwell Ultra e 36 CPUs NVIDIA Grace em um único rack, utilizando uma arquitetura de refrigeração líquida direta.

A solução é destinada a ambientes de grande escala, incluindo treinamento e inferência de modelos de IA, workloads de reasoning e AI Factories.

→ Conheça as soluções Aivres baseadas em NVIDIA Blackwell Ultra

A concentração de tamanha capacidade computacional dentro de um único rack ajuda a explicar por que a infraestrutura física está se tornando parte da discussão sobre Inteligência Artificial.

A pergunta deixa de ser somente: “Quantas GPUs o projeto precisa?”

E passa a incluir: “Qual infraestrutura será necessária para manter essas GPUs alimentadas, conectadas, refrigeradas e operando continuamente?”

Computação, networking e cooling passam a fazer parte da mesma arquitetura

Uma AI Factory de alta densidade é resultado da combinação de diferentes tecnologias.

Servidores GPU fornecem capacidade computacional. Tecnologias como NVIDIA NVLink e NVSwitch permitem comunicação de alta velocidade entre aceleradores. InfiniBand e Ethernet de alta performance permitem escalar a comunicação entre sistemas. Storage alimenta continuamente os workloads com dados.

E a infraestrutura elétrica e térmica precisa sustentar todo esse ecossistema.

Por isso, projetos modernos de IA passam a ser concebidos a partir de uma equação mais ampla: Compute + GPU + Networking + Storage + Energia + Liquid Cooling + Gerenciamento.

A PerfilGlobal, em parceria com a Aivres/Kaytus, atua justamente nesse ponto de integração, conectando as necessidades computacionais das organizações brasileiras e latino-americanas às arquiteturas disponíveis para implantação de ambientes de IA e HPC.

Da infraestrutura computacional à AI Factory

A transformação apresentada durante a NVIDIA GTC também revela uma mudança de escala na indústria.

Durante muitos anos, a discussão sobre infraestrutura para Inteligência Artificial esteve concentrada principalmente na escolha das GPUs.

A nova geração de sistemas mostra que isso já não é suficiente.

O crescimento da densidade computacional exige que servidores, racks, networking, storage, energia e refrigeração sejam considerados desde as primeiras etapas do projeto.

É a lógica da AI Factory: uma infraestrutura concebida especificamente para transformar grandes volumes de dados em treinamento, inferência e aplicações de Inteligência Artificial.

A Aivres vem estruturando seu portfólio justamente nessa direção, oferecendo desde servidores GPU até racks completos e infraestrutura de Liquid Cooling.

→ Conheça as soluções de infraestrutura de IA da Aivres

→ Veja o portfólio de servidores GPU da Aivres

PerfilGlobal e Aivres/Kaytus aproximam essa nova geração de infraestrutura do Brasil

Para o mercado brasileiro e latino-americano, a discussão deixa de ser apenas acompanhar os lançamentos internacionais de hardware.

O desafio passa a ser transformar essas tecnologias em projetos efetivamente implantáveis.

Por meio da parceria com a Aivres/Kaytus, a PerfilGlobal atua na disponibilização e integração dessas tecnologias para projetos de Inteligência Artificial, HPC e data centers de alta densidade no Brasil e na América Latina.

A atuação envolve a análise das necessidades de cada projeto e o dimensionamento das diferentes camadas da infraestrutura, incluindo servidores GPU, networking de alta performance, storage e tecnologias associadas ao Liquid Cooling.

Essa combinação permite atender diferentes perfis de organização, de universidades e centros de pesquisa a empresas, instituições governamentais e ambientes corporativos que começam a incorporar IA em maior escala.

O próximo desafio da Inteligência Artificial está além das GPUs

A NVIDIA GTC 2026 deixou uma mensagem clara sobre a direção da infraestrutura computacional: quanto maior a capacidade das GPUs, maior será a necessidade de repensar tudo aquilo que existe ao redor delas.

A evolução das arquiteturas Blackwell Ultra e das próximas gerações de aceleradores amplia a capacidade disponível para treinamento, inferência e novos modelos de IA. Ao mesmo tempo, exige novas respostas para energia, networking e refrigeração.

É nesse contexto que tecnologias como Direct-to-Chip Liquid Cooling, CDUs, manifolds, circuitos redundantes e gerenciamento térmico passam a fazer parte da arquitetura das AI Factories.

A evolução da Inteligência Artificial, portanto, não depende somente de GPUs mais rápidas.

Depende também da capacidade de construir a infraestrutura necessária para fazê-las operar em escala.

E é nesse cenário que a parceria entre PerfilGlobal e Aivres/Kaytus busca aproximar do Brasil e da América Latina uma nova geração de infraestrutura para Inteligência Artificial e HPC.

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A PerfilGlobal, em parceria com a Aivres/Kaytus, apoia empresas, universidades, centros de pesquisa e instituições na avaliação e desenvolvimento de projetos de infraestrutura de alta performance.

De servidores GPU e NVIDIA HGX a networking, storage e arquiteturas de Liquid Cooling, cada projeto pode ser dimensionado de acordo com suas necessidades de computação, expansão e infraestrutura.

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